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Especialização em comunicação empresarial em Março

Ler mais...Com o objectivo de dotar todos os profissionais das melhores ferramentas, técnicas e conhecimentos para elaborar estratégias de comunicação eficazes, a IFE - International Faculty for Executives - vai realizar um curso de especialização em Comunicação Empresarial, nos dias 24, 25 e 31 de Março e 1, 7 e 8 de Abril.

Todas as empresas comunicam, e é a sua capacidade de comunicar que vai ditar a sua continuidade num mercado cada vez mais competitivo. É através do que comunicam que criam a sua imagem e notoriedade da marca, seja para os clientes internos ou externos. A nível interno é importante para criar um sentimento de pertença, motivar e reter os melhores colaboradores. A nível externo é a comunicação que vai permitir dar-se a conhecer, aos produtos e serviços, obter e fidelizar clientes e assim, fazer crescer o negócio.

É importante que a comunicação seja coerente em todos os canais e nas diferentes formas de chegar aos distintos públicos. A empresa está sempre a comunicar, por exemplo, quando atende um cliente telefonicamente, quando responde a um e-mail, quando interage numa rede social, quando publicita um produto ou serviço, quando organiza um evento seja ele interno ou externo à organização. As mensagens devem ser claras e adaptadas a cada situação, e fica a ganhar a empresa que conseguir ter os melhores profissionais de comunicação.

Uma boa campanha institucional pode ser um investimento rentável e com implicações noutros departamentos da empresa. Uma boa resposta perante a comunicação social, seja num evento mediático, ou durante uma crise, vai determinar a imagem que chega ao público interno e externo. E a comunicação digital permite fomentar uma interacção quase em tempo real e uma maior proximidade com o cliente.

Jumping Talent em Portugal

Ler mais...O Universia Portugal acaba de lançar o Jumping Talent. Através de concurso, as empresas participantes recrutam os mais prometedores jovens estudantes ou recém licenciados. O Universia vai contar com cerca de 60 jovens com um perfil académico excelente e um curriculum vitae com elevado potencial, num evento em que os mesmos são convidados a demonstrar as suas habilidades perante os responsáveis pela área de recursos humanos das empresas participantes.

 

 

 

 

“Com este projecto o Universia pretende dinamizar processos de selecção de uma forma mais leve e descontraída, que permitem evidenciar competências que não surgem numa primeira entrevista tradicional. Para além disso, os jovens que cheguem à final serão premiados com oportunidades laborais, o que numa altura em que escasseia o emprego, esta hipótese deve ser encarada como uma mais valia para os estudantes”.Bernardo Sá Nogueira, Diretor geral do Universia Portugal

O perfil dos candidatos deverá ser de áreas relacionadas com a gestão empresarial, desde comunicação, marketing, gestão, economia, recursos humanos, matemática, psicologia, a engenharias, entre outras. O evento final será realizado dia 28 de Maio, e terá lugar nas instalações da Associação Comercial de Lisboa.

Durante o concurso, os candidatos irão realizar diferentes provas com foco nas competências pessoais, para que as empresas possam avaliar e conhecer melhor cada candidato, com o objectivo de seleccionar o talento que melhor se encaixe na sua empresa. Os participantes que cheguem à fase final, terão acesso directo aos programas de estágio e de primeiro emprego que estejam a decorrer nesse momento nas empresas participantes no Jumping Talent. Para além disso, este desafio conta ainda com o apoio dos Hotéis Vila Galé, Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), Associação Comercial de Lisboa (ACL), e com a RFM como media partner.

10 benefícios da avaliação dos colaboradores

Ler mais...Numa conjuntura como a atual, em que os recursos são limitados, melhorar a produtividade dos colaboradores e a rentabilidade dos negócios são dois desafios muito importantes que as organizações enfrentam diariamente. Por este motivo é fundamental dispor de metodologias e ferramentas que garantam a melhor gestão do desempenho dos colaboradores, um elemento-chave para as políticas de recursos humanos. A Meta4 acaba de destacar no seu estudo os 10 benefícios que os processos de avaliação proporcionam tanto às empresas como aos seus profissionais:

1. Gestão de talentos: os processos de avaliação permitem detetar e premiar os empregados que demostrem melhores capacidades, competências e conhecimentos para desenvolver planos de carreira focados em melhorar o seu desenvolvimento profissional e aproveitar ao máximo o seu potencial. Permitem também verificar aqueles que são menos produtivos ou comprometidos com as suas empresas e estabelecer planos de ação para melhoria.

2. Estabelecer indicadores de Recursos Humanos: a avaliação coloca os conhecimentos e as competências dos colaboradores no centro da gestão de talento, disponibilizando informação relevante a outras áreas de recursos humanos como a seleção, formação, remuneração e planos de carreira, permitindo estabelecer indicadores para uma melhor tomada de decisões na área dos RH.

3. Revelar tendências: através da análise de resultados da avaliação por grupos de trabalho, é possível estabelecer relações diretas com os indicadores de recursos humanos para analisar aspetos como a satisfação, nível de absentismo, número de demissões voluntárias, etc.

4. Analisar a evolução da produtividade: permitem examinar o impacto que os planos de ação, definidos com base nas avaliações anteriores, possam ter tido nos colaboradores. Deste modo, obter-se-á uma visão global de tudo o que pode influenciar o desempenho, como as formações, promoções, alterações de funções/ cargos, etc.

5. Redução de custos e aumento da rentabilidade: as ferramentas de avaliação permitem rentabilizar e medir a execução dos planos estabelecidos, obter o retorno imediato do investimento direto e mostrar o impacto real no negócio. Estas ferramentas também possibilitam a melhoria da qualificação e produtividade dos colaboradores, e como consequência, maior rentabilidade da empresa.

6. Otimizar o sistema remuneratório: medir a produtividade dos colaboradores e estabelecer planos de remuneração adequados a cada um deles, considerando a contribuição individual para o negócio, e evitando desajustes na remuneração - uma fonte habitual de insatisfação nas organizações.

7. Coordenar as competências dos empregados com as necessidades reais do negócio: permite desenhar planos de carreira, sucessão, formação, mobilidade, etc., dos colaboradores, de acordo com os objetivos estratégicos definidos pela direção.

8. Reforçar o compromisso dos colaboradores: um processo de avaliação deve ser transparente a todas as áreas de uma organização. Assim fomenta o envolvimento dos empregados e a sua contribuição para a definição de objetivos e resultados do negócio.

9. Potenciar a marca da empresa: estar envolvido nos objetivos estratégicos do negócio, assim como o seu reflexo nos critérios de avaliação, ajuda a reforçar o orgulho dos colaboradores em pertencer à empresa e à sua cultura. Isto reflete-se de forma efetiva na melhor imagem interna e externa que cada um tem da organização.

10. Flexibilidade: se uma organização precisar de reorientar o seu negócio, quer pelo contexto económico quer pela própria evolução, os processos de avaliação proporcionam-lhe uma maior cobertura para as suas novas necessidades, permitindo-lhe redefinir objetivos e competências-chave dos colaboradores de forma ágil e com maiores garantias de sucesso.

 

A Meta4, conta com 1.300 clientes em 100 países, gere mais de 18 milhões de pessoas em todo o mundo, encontrando-se entre os três primeiros fornecedores de software de Recursos Humanos a nível internacional. Desde os seus centros de I+D+i localizados na Europa e América, desenvolve aplicações capazes de dar resposta às necessidades locais e globais de qualquer empresa, independentemente da sua dimensão ou complexidade. As suas Soluções e os seus Serviços de Outsourcing de Salários e R.H. maximizam a gestão do capital humano, tanto em empresas privadas como em instituições públicas.

Psicologia do Consumo no ISCTE forma jovens para o mercado

Ler mais...“O que te passou pela cabeça?” foi o mote da primeira Conferência de Psicologia do Consumo, levada a cabo pela UP Partner e pelo ISCTE-IUL e que reuniu cerca de 100 pessoas. A iniciativa pretendeu descortinar os significantes e os significados emocionais das marcas e que os respetivos produtos adquirem, hoje em dia, aos olhos dos consumidores, e em simultâneo formar e preparar os alunos para novas formas de abordagem ao mercado.

Na hora da escolha do produto, o consumidor desenvolve cada vez mais uma relação afetiva e de identificação com as marcas e os seus respetivos produtos. O processo de compra já não é mais visto como uma série de fatores racionais, inscrevendo-se no campo dos atributos emocionais e das necessidades hedónicas do consumidor. Os atributos dos poderes e das compras ajustam-se a algum aspeto do “próprio”, influenciando o processo de tomada de decisão e de compra, também no âmbito do consumo alimentar. Quer as campanhas como os novos produtos que se desenvolvem podem ter em vista a promoção de hábitos saudáveis (como o consumo de frutas e vegetais), que vão de encontro ao lifestyle actual, tal como sublinharam Marília Prada e Cristina Godinho, docentes e investigadoras do ISCTE-IUL.

O consumo é uma das áreas de aplicação da psicologia, possibilitando saídas profissionais diversificadas, que incluem, para além do ensino e investigação em contexto académico, agências de publicidade, empresas de estudos de mercado, de consultoria (na área do marketing), departamento de investigação e desenvolvimento de grandes empresas (produtos e serviços), agências governamentais e não-governamentais. Uma panóplia de oportunidades que nem sempre é clara para os estudantes, mas que se pretenderam evidenciar com esta conferência, através das intervenções de Inês Valente Rosa e Cláudia Azevedo que falaram do que faz um psicólogo no departamento de Consumer Intelligence da UP Partner e de André Rodrigues, da BBDO Portugal, que falou do “Dia-a-dia de um psicólogo social no planeamento estratégico de uma agência de publicidade”. Ana Freire e Madalena Lupi da Consumer Channel – empresa de estudos de mercado – também marcaram presença envolvendo os presentes num teste de comunicação.

Com esta iniciativa pretendemos, acima de tudo, quebrar o estereótipo associado à função de um psicólogo, mostrando o leque de possibilidades de aplicação de profissionais com formação nesta área e o valor acrescentado que estes podem trazer em mercados como o do Comunicação, Publicidade e Marketing. A aplicação do conhecimento aprofundado acerca de pessoas, consumidores ou shoppers, desde a sua forma de pensar, à sua forma de sentir ou estar, é essencial para esta área permitindo e promovendo uma aproximação e maior interação entre as marcas e as pessoas, o que é uma premissa base dos psicólogos e está no ADN da UP Partner. O sucesso da iniciativa surge precisamente por isso – uma combinação aparentemente improvável mas com um potencial incrível, revela Inês Valente Rosa, psicóloga e responsável pelo Departamento de Business Intelligence da UP Partner.

Também as redes sociais tiveram especial destaque nesta primeira edição, através das intervenções de Miguel Trigo, do departamento Digital da UP Partner, e de Rui Gaspar, docente da Universidade de Évora, que abordou a questão das redes sociais no efeito coping, de propagação das mensagens e no apelo emocional em rede.

Proporcionando o contato, foi lançado um desafio aos estudantes, que consiste na conceção de uma campanha de comunicação para a Refrige - Coca-Cola, focando os diversos touchpoints e as mensagens a comunicar e promovendo assim a interação entre ambos os intervenientes nesta primeira Conferência de Psicologia do Consumo – oradores e estudantes.

 

A UP Partner é uma Touchpoint Agency, especialista em Comunicação de Marketing, com uma forte vertente em eventos e digital, que opera há 25 anos no mercado português e trabalha com as melhores empresas do país – Sonae, Coca-Cola, P&G, Nestlé, são alguns dos seus clientes.

Webcast gratuito sobre conteúdos visuais em social media

Ler mais...A FLAG - entidade de formação especializada em tecnologias associadas ao desenvolvimento de artes/suportes visuais e interativos, nas vertentes print, web e motion –, realiza no próximo dia 3 de Março um webcast gratuito sobre Conteúdos Visuais em Social Media.

Totalmente gratuito, mas com inscrição obrigatória, este Webcast tem como objetivo apresentar as razões para o sucesso dos conteúdos visuais, tendo por base a análise fisiológica, psicológica e comportamental dos consumidores atuais. Destinado a profissionais, estudantes e interessados nas áreas de Marketing, Publicidade, Comunicação e Branding nos meios digitais este webcast terá a duração de duas horas, e irá decorrer entre as 19h00 às 21h00.

De acordo com o responsável por esta formação, Gabriel Augusto, “o conteúdo é um dos fatores mais importantes para o sucesso de uma estratégia de Social Media Marketing. Os conteúdos visuais, por sua vez, são, de entre os diversos formatos, os que mais cativam o recetor e os que geram, na maior parte dos casos, uma resposta mais eficaz”, explica a propósito deste Webcast.

Gabriel Augusto tem formação superior em Design de Comunicação e Gestão de Marketing, e desempenha funções de direção na FLAG e coordenação da Academia de Marketing Digital. Entusiasta de Marketing Online e sua integração em estratégias globais, participa regularmente em projetos relacionados com Marketing Digital, como consultor externo, orador e formador.
Além desta acção a FLAG irá ter em Abril um Webcast com o tema Identidade Profissional na Era Digital.

Os interessados nesta formação online poderão obter mais informações e realizar a sua inscrição em http://www.flag.pt/webcastconteudosvisuais/

PROKOM: nova rede de partilha para utilizadores bizhub

Ler mais...A Konica Minolta criou a PROKOM, uma rede europeia de partilha de informação e experiências profissionais na área da impressão. Empresas de toda a Europa estão a ser convidadas a associarem-se a esta comunidade de utilizadores de equipamentos bizhub PRESS disponibilizados pela Konica Minolta. A PROKOM vai ajudar os seus membros a partilhar, desenvolver e fazer crescer serviços de comunicação digital. A PROKOM pretende, ainda, ser uma plataforma onde a “voz do cliente”, se faz ouvir.

A PROKOM pretende providenciar um fórum de discussão no qual se possam partilhar ideias e experiências de negócio de modo a expandir de forma rentável os negócios; discutir com os gestores da Konica Minolta as prioridades futuras no âmbito do design, funcionalidades, tecnologia e serviços associados aos seus equipamentos, construir relações entre os membros, providenciar apoio e conhecimento através de workshops, conferências, publicações e pontos de encontro virtuais.


Andy Barber, Diretor-Geral do imail e primeiro presidente do PROKOM afirma: “Quero agradecer à Konica Minolta a oportunidade de formar a PROKOM, que é uma excelente plataforma para os membros expressarem o seu ponto de vista enquanto clientes, e que irá proporcionar muitas oportunidades para aprender, partilhar e representar os nossos interesses, o que nos permitirá crescer. Enquanto speaker com presença regular em conferências da nossa indústria, sei o quão importante é partilhar informação relevante e aprender com colegas da nossa área”.

Já Ken Osuga, da Konica Minolta lembra que “a Konica Minolta está fortemente empenhada na indústria de Production Printing. Afinal de contas, a nossa história de sucesso neste mercado é única: entramos no segmento de Production Printing em 2004 e tornamo-nos líderes em menos de dez anos. Isto é algo que nos orgulha, mas é também um desafio, uma vez que nos esforçamos constantemente para melhorar os negócios os nossos clientes”.

Online ocupa terceiro lugar na preferência dos anunciantes

Ler mais...O investimento publicitário em internet está a crescer e as agências começam a contabilizar a web como um meio. A confirmação vem da Carat que, em entrevista ao Jornal de Negócios, confirma o investimento de 395,5 milhões de euros em Internet. O online passa então a ser o terceiro maior veículo de publicidade e assume uma importância crescente para os clientes das marcas.

"A aposta por parte dos anunciantes e agências é crescente. O bolo é menor, e os meios lutam com políticas agressivas no sentido de captar a maior fatia possível. Por outro lado, o próprio consumo dos meios por parte do 'targets' (alvo) alterou” refere Francisco Costa Pereira, director de research da Carat, ao Jornal de Negócios.

No total, ao longo dos últimos cinco anos, foram investidos menos 244.6 milhões de euros em jornais e revistas em suporte papel, o que está a ser atribuído à migração de leitores para outras plataformas como os smartphones e os tablets.

Tráfego global de dados móveis vai crescer 11 vezes até 2018

Ler mais...Se a indústria gráfica e criativa descura o canal móvel, não o deveria fazer pois poderá vir a ser um importante canal de negócio. Segundo o relatório Cisco VNI, sobre o Tráfego de Dados Móveis entre 2013 e 2018, vai haver um crescimento considerável nos próximos anos. O tráfego global vai multiplicar-se quase por 11 nos próximos quatro anos, alcançando os 190 Exabytes anuais em 2018, o que representa uma taxa de aumento interanual de 61% no referido período (2013-2018).

Este crescimento deve-se em parte ao aumento exponencial do número de conexões móveis à Internet (como dispositivos pessoais e conexões Machine-to-Machine), o que irá superar os 10.000 milhões e será 1,4 vezes maior que a população mundial prevista em 2018 (aproximadamente 7.600 milhões de pessoas Segundo a ONU).

Principais impulsionadores do tráfego global de dados móveis
Entre 2013 e 2018, a Cisco prevê que o tráfego global de dados móveis irá superar em três vezes o tráfego global de dados fixos, sendo várias as principais tendências responsáveis por este crescimento:

• Mais utilizadores móveis. Em 2018 haverá 4.900 milhões de utilizadores móveis (contra os 4.100 milhões contabilizados em 2013).
• Mais conexões móveis. Em 2018 haverá mais de 10.000 milhões de dispositivos/conexões móveis – incluindo 8.000 milhões de dispositivos móveis pessoais e 2.000 milhões de conexões Machine-to-Machine (M2M) desde os 7.000 milhões de dispositivos e conexões M2M contabilizados em 2013.
• Maior velocidade das conexões móveis. A velocidade média global de conexões através de redes móveis praticamente duplicará entre 2012 (1,4 Mbps) e 2018 (2,5 Mbps).
• Mais vídeo móvel. Em 2018, o tráfego global de vídeo móvel representará 69% de todo o tráfego global de dados móveis (a partir dos 53% calculados em 2013).

 

Evolução para dispositivos inteligentes


• Cerca de 54% das conexões móveis globais serão ‘inteligentes’ em 2018, contra os 21% contabilizados em 2013. Os dispositivos e conexões inteligentes contam no mínimo com capacidades de computação/multimédia avançadas e conectividade 3G.
• Os smartphones, laptops e tablets irão gerar aproximadamente 94% do tráfego global de dados móveis em 2018. O tráfego M2M representará 5% de todo o tráfego global de dados móveis em 2018, enquanto os restantes 1% e 0,1% corresponderão aos terminais básicos e a outros dispositivos portáteis respetivamente.
• O tráfego Cloud móvel vai multiplicar-se por 12 entre 2013 e 2018, com um crescimento interanual de 64% no referido período.

Os 190 Exabytes de dados móveis anuais previstos para 2018 equivalem a:

• 190 vezes a soma de todo o tráfego IP (fixo e móvel) gerado no ano 2000.
• 42 biliões de imagens (tipo MMS ou Instagram) ou quinze imagens diárias geradas por cada pessoa do planeta durante um ano completo.
• 4 biliões de clips de vídeo (por exemplo YouTube) ou mais de um clip de vídeo diário gerado por cada habitante da Terra durante um ano completo.Cisco

Que dificuldades podem levar à perda de clientes?

Ler mais...O estudo “The Challenge of Speed”, levado a cabo pelo Economist Intelligence Unit e patrocinado pela Ricoh, revela que os líderes dos serviços financeiros europeus apontam várias barreiras à rapidez na optimização de processos internos. Estas dificuldades, refere o estudo, podem três consequências graves, nomeadamente a perda de clientes (38%), o aumento da despesa (36%) e a exposição da empresa a riscos novos e não mitigados (35%).

As dificuldades são:

• Processos burocráticos (47%);
• Ligação entre plataformas tecnológicas (40%)
• Acesso insuficiente à informação (35%)
• Fraca administração da gestão da mudança (43%)
• Constrangimentos ao nível do tempo (39%)
• Plataformas tecnológicas desactualizadas (29%)

Por outro lado, apenas um em cada dez líderes dos serviços financeiros acredita ter capacidade para rapidamente tirar partido de novas oportunidades ou adaptar-se a mudanças inesperadas, em comparação com a média de dois em cada dez líderes empresariais europeus à escala de todos os setores. Além da necessidade de conciliar diferentes requisitos de consumidores, reguladores e acionistas, o desafio torna-se mais difícil por causa da rapidez com que as empresas se adaptam à mudança impulsionada pela tecnologia e que os respetivos processos fundamentais são reestruturados.

Há uma noção clara em relação ao desenvolvimento rápido de novos produtos e serviços. Oito em cada dez líderes dos serviços financeiros classificam este ponto como uma das áreas com maior necessidade de uma rápida mudança.

No entanto, as áreas mais importantes onde os líderes dos serviços financeiros afirmam ter efetivamente de mudar rapidamente, ao longo dos próximos três anos, são as que já causaram ao setor enormes dores de cabeça: adotar novas tecnologias (em primeiro lugar), atrair e reter clientes (segundo) e melhorar os principais processos empresariais (terceiro).

Mais de metade (54%) afirma ter muitas ideias para fazer face à mudança no futuro, mas admite também que falta a capacidade de concretizar adequadamente essas ideias. É a percentagem mais elevada em comparação com todos os outros setores, onde a média é de 43%.

Carsten Bruhn, Vice-Presidente Executivo da Ricoh Europa, observa: “Gerir tantos obstáculos, ao mesmo tempo que se tenta manter o enfoque nos serviços para o cliente, transformar os processos internos e manter a conformidade regulamentar é uma tarefa colossal. Não é de admirar que os líderes dos serviços financeiros se sintam sob pressão. A sua tarefa pode no entanto ser facilitada ao tirar partido dos conhecimentos de especialistas e impulsionar programas internos de mudança para implementar novas formas de trabalhar. É também possível implementar serviços de gestão das comunicações com os clientes para melhorar as relações com os mesmos. Por fim, à medida que os processos críticos são otimizados, pode ser investido mais tempo e recursos nas atividades principais e fazer as organizações progredir para o futuro.”

Franchisados portugueses satisfeitos com o seu negócio

Ler mais...Já pensou em transformar a sua empresa gráfica num franchising? Pois saiba que cerca de 84% franchisados portugueses estão mais satisfeitos com o seu negócio e mais focados na gestão a tempo inteiro. O prestígio da marca é o factor decisivo na escolha da rede, mas o apoio da marca e a qualidade dos produtos e serviços também pesa nos factores de sucesso do negócio. Os números constam de um estudo do GEMEO/IPAM, encomendado pelo Instituto de Informação em Franchising, com o apoio da Associação Portuguesa de Franchise (APF) que avaliou o perfil e satisfação do franchisado em Portugal.

 


A análise à satisfação do franchisado conclui que os empresários estão satisfeitos (3,66 numa escala de 1 a 5) e que o factor com melhor avaliação de satisfação é o ‘Apoio do franchisador na montagem do negócio’ (3,88). O apoio na gestão do dia-a-dia do estabelecimento foi o ponto com menor classificação, com apenas 3,35.

Os empresários revelam que estão a atingir o retorno do investimento num prazo mais longo do que o previsto (51,7%). Dentro dos timings do plano de negócio estão apenas 33,7% dos inquiridos e 7,8% afirmam ter chegado ao objectivo num prazo mais curto do que o previsto inicialmente. A pesquisa permite fazer comparações com o último estudo feito sobre franchisados no nosso país, realizado em 1999, também por esta entidade.


O grau de satisfação aumentou em relação ao inquérito de 1999, o que pode indicar alguma maturidade das redes no apoio aos seus franchisados, mas também uma evolução dos empresários, mais focados na sua atividade. Há 14 anos apenas 68% dos franchisados referia estar satisfeito com o negócio, actualmente esta percentagem sobe para os 84%.


Marca é decisiva

O mais importante na escolha de uma marca de franchising é, para 67,7% dos investidores, o ‘prestígio da marca’. Seguem-se o ‘conhecimento do sector’, ‘perfil e experiência’, ‘apoios e esclarecimentos aos potenciais franchisados’ e ‘apoio na montagem da loja/negócio’.
Quanto a factores de sucesso do negócio, a marca volta a fazer a diferença, reunindo as das preferências de 48,8% dos inquiridos. Mas também são factores de peso a ‘qualidade dos produtos ou serviços’ (28,5%), o ‘apoio ao franchisador’(21%) e a dedicação ao franchisado (16,7%)


No que diz respeito aos principais problemas, a ‘falta de apoio ao franchisador’ encabeça a lista com 23,7% seguida da ‘falta de clientes’ com 18,7%. Às preocupações dos empresários seguem-se as taxas altas (13,2%) e ainda a má localização das unidades (8,3%).


Sinal da confiança dos franchisados no modelo é que 74,3% voltaria a abrir o mesmo negócio se pudesse voltar atrás. Mas destes, há 19,3% que referem que não voltariam a abrir o mesmo negócio.


Sem sócios e a full time

A maioria dos franchisados está à frente da unidade há menos de 4 anos (50,17%) e 64,3% dizem ser os únicos responsáveis pelo negócio. A dedicação a tempo inteiro à gestão também está num nível elevado (83,9%). Há 14 anos os empresários sem sócios eram em menor número (53%) e também era ligeiramente menor a exclusividade ao negócio (78%). Um factor que revela uma maior maturidade no modelo de gestão dos franchisings, uma vez que a dedicação ao negócio é um factor decisivo no sucesso do negócio.


Os Serviços são o sector mais representado no franchising em Portugal, com cerca de 60% no universo dos negócios, seguidos do Comércio, com 31% e da Restauração com 9%. Estes números revelam a evolução da economia e do sector nos últimos anos, uma vez que no estudo de 1999 esta relação era de 28% para o Comércio e apenas 16% para os Serviços. Estes dois sectores são também os mais referenciados pelos empresários quando questionados sobre os seus segmentos de actividade antes da entrada no mundo franchising.


14 anos depois, as grandes diferenças

Há menos mulheres no franchising. Em 1999 o sexo feminino pesava 49% e apenas 43,5%. Como já dissemos, os empresários também estão mais velhos mas a grande diferença está mesmo no sector de actividade onde os Serviços ganham uma enorme preponderância face aos restantes sectores.
A satisfação geral aumentou, de 68% para 83,5%, bem como as visitas do franchisador, tendencialmente trimestrais há 14 anos e agora com periodicidade mensal.
O prestígio da marca reforça o peso como o factor de escolha do negócio, passando de 40% para 48,8%. A localização da unidade, decisiva quando o sector de negócio fulcral era o comércio, desce de 2º para 6º lugar no ranking dos factores de sucesso.

Quem é o franchisado em Portugal?

São homens (56,5%), têm entre 35 a 54 anos (61,3%) e pertencem às classes sociais A/B (87,5%). Mais de metade são licenciados (50,5%) e desenvolvem os seus negócios maioritariamente na região sul do país (52,5%). Há 14 anos, 72% dos inquiridos estavam na faixa etária dos 25 aos 44 anos, o que pode significar uma continuidade no negócio.