Login

PMEs mais perto da digitalização documental

Ler mais...As pequenas e médias empresas (PMEs) em toda a Europa estão a progredir mais rapidamente do que as grandes organizações no percurso de transformação digital, de acordo com um estudo patrocinado pela Ricoh Europa. Quase dois terços das PMEs (66%) esperam digitalizar os restantes documentos em suporte físico ao longo dos próximos três anos, em comparação com menos de metade (46%) das grandes empresas. Além disso, 78% dos líderes de PMEs afirmaram que os colaboradores podem trabalhar em documentos a partir de qualquer dispositivo móvel comparativamente com 69% nas grandes empresas.

A transformação digital permitirá às PME crescerem no futuro de uma forma mais produtiva e mais ágil com um modelo de negócio no qual a partilha de conhecimentos entre colaboradores será reforçada, e com o qual será possível dar uma melhor resposta às necessidades dos clientes.

No entanto, o estudo revela também uma área de risco para as PMEs – os seus colaboradores apresentam uma maior probabilidade (62%) de utilizarem dispositivos pessoais para armazenar informações, comparativamente com 55% nas grandes empresas, sendo ainda assim este um valor elevado.

A presença de mais iWorkers no futuro - colaboradores de confiança, altamente qualificados e que têm acesso, 24 horas por dia, sete dias por semana, a todas as informações de que necessitam para dar resposta às necessidades da sua empresa e dos seus clientes – é uma das medidas que poderia impedir tais impactos. O estudo revela que os líderes de PMEs estimam que, em 2018, a maioria dos seus colaboradores se enquadre na definição de iWorker.

David Mills, COO da Ricoh Europa afirma, “As PME mais inovadoras têm agora uma excelente oportunidade. Ao fomentarem ainda mais a digitalização dos documentos cruciais para o negócio e ao otimizarem os seus processos terão mais rapidamente acesso às informações. Mais ainda, ao fazê-lo aumentarão a produtividade pois estarão a gerir os conhecimentos de uma forma mais eficiente. Serão também mais ágeis no contexto de trabalho em constante mudanças e mais eficientes na resposta às necessidades dos clientes e na partilha de conhecimentos entre colaboradores. Com estas bases será possível criar uma cultura de partilha de informações que irá atrair e promover a retenção de mais iWorkers de modo a melhor conduzir os negócios no futuro”.

O estudo revela também que, hoje em dia, os líderes das PMEs acreditam que a sua atual incapacidade de aceder a documentos e outros sistemas de informação importantes a partir de dispositivos móveis é um dos dois principais entraves no que se refere a uma verdadeira partilha de informações.

Assim, embora estejam otimistas relativamente à total digitalização das suas operações empresariais nos próximos três anos, estas visões adicionais sugerem que ainda é necessário rever e otimizar muitos processos fundamentais e fluxos de trabalho para, no futuro, dar uma melhor resposta às necessidades das empresas e dos colaboradores.

De modo a fomentar ainda mais a digitalização as PME devem assegurar a revisão das suas atuais tecnologias e devem otimizar as suas formas de trabalhar para conseguir usufruir ao máximo dos mesmos. De facto, todos os líderes empresariais classificaram a otimização de processos documentais cruciais (revisão da forma como trabalham nas principais interações empresariais) como a atividade impulsionada pela tecnologia com maior impacto positivo no crescimento do negócio.

Novo Microsoft Dynamics NAV apresentado em Portugal

Ler mais...A ITEN e a Microsoft apresentaram a mais recente versão do Microsoft Dynamics NAV, a solução de gestão, adaptada ao nosso país. A nova versão traz novas funcionalidades, desenvolvidas em conjunto com especialistas do sector, ao nível contabilístico, legal e fiscal, as quais irão permitir a aceleração dos projectos. 
“Desde a génese do projeto ITEN que definimos como um vetor prioritário do nosso trabalho o reforço da parceria estratégica com a Microsoft, algo que temos vindo a consolidar. Este é mais um importante passo nesse sentido, e pretendemos com esta parceria trazer todos os parceiros que trabalham com Microsoft Dynamics NAV para esta parceria”, afirma Jorge Queiroz Machado, CEO da ITEN, reforçando ainda que “em resultado da aposta internacional da ITEN, propomos-mos também com esta parceria apoiar os processos de internacionalização dos parceiros.”
De acordo com Mauro Xavier, Diretor Executivo Parceiros e Soluções na Microsoft Portugal, “Esta parceria é para a Microsoft motivo de elevada satisfação, pela qualidade da equipa da ITEN e pela capacidade de proporcionar uma base forte de apoio para o desenvolvimento de negócio dos parceiros Microsoft NAV.”

Google e CIS lançam guia para segurança online

Ler mais...A Google e o Centro Internet Segura associaram-se para criar um guia para segurança e protecção online «É Bom Saber» em versão portuguesa. O material disponível nesta publicação aborda temas chave da protecção online como palavras-passe, roubo de identidade e esquemas fraudulentos, a importância de bloquear o ecrã e/ou dispositivos e utilizar redes seguras e dá ainda a conhecer as ferramentas de segurança e privacidade da Google.

O Centro Internet Segura procederá à distribuição de 20.000 exemplares desta publicação, através da sua rede de parceiros e das acções de sensibilização que dinamiza por todo o país.
Para informação complementar, consultar o guia “É bom Saber”, em www.internetsegura.pt ou www.google.pt/goodtoknow.
O Centro Internet Segura, a operar desde 2007, é da responsabilidade de um consórcio coordenado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, IP, e que assegura a representação portuguesa na INSAFE - rede europeia de cooperação dos projectos que promovem a sensibilização e a consciencialização para uma utilização mais segura da Internet pelos cidadãos, financiada pela Comissão Europeia.

Pixartprinting abre cinco novas lojas

Ler mais...Localização e personalização. Este é o caminho idealizado e percorrido pela Pixartprinting para a conquista de novos mercados que se vê realizado com a inauguração de cinco novas lojas online na Roménia, Holanda, Suécia, Rússia e Polónia, para um total de 11 “negócios virtuais”, que utilizam a mesma língua que muitos outros países. “Estamos a trabalhar em estratégias de geomarketing, desenvolvendo abordagens diferentes consoante os hábitos de consumo de clientes individuais.” – conta Andrea Pizzola, Director de Vendas e Marketing da Pixartprinting – “De facto, existem culturas, tipos de compra, horários, mas também necessidades e regulamentações diferentes para cada país. E para suportar a nossa expansão além-fronteiras, é fundamental conhecer profundamente, e responder de maneira eficaz às suas necessidades específicas”.

Para que a empresa fale a língua dos clientes, a Pixartprinting criou, ao longo dos anos, lojas online com domínios locais, fluxos de trabalho dedicados e serviço de apoio ao cliente na sua língua materna. Para além disso, para os países caracterizados por serem bi ou trilingues, como a Bélgica e a Suíça, foi programado o acesso directo à língua predominante através do IP da região de origem.

Outro bem de grande importância é a constante actualização da loja online que mais uma vez gira em torno do cliente, e para isso a empresa introduziu o Reevoo. O Reevoo permite aos clientes visualizarem as opiniões expressas por outros clientes, onde os comentários são certificados por uma terceira parte, logo de confiança. Apesar de estar apenas há poucos meses activo na loja online italiana, já conta com mais de 3.200 comentários, com um grau de satisfação geral de 96%. Encontra-se actualmente em fase de implementação na França, Espanha, Portugal e Alemanha, mas o Reevoo será introduzido aos poucos em todas as lojas da Pixartprinting.

“A forte concorrência neste mercado é para nós um grande estímulo, forçando-nos a desenvolver estratégias à sua altura – continua Andrea Pizzola – “E neste caso, a receita baseada na sua localização e personalização revelou-se bem-sucedida”. O próximo desafio para a Pixartprinting? A conquista da Roménia, Holanda, Suécia, Rússia e Polónia.

Indústria gráfica brasileira confiante na copa e nas eleições

Ler mais...O ano de 2014 vai trazer eleições ao Brasil além do Mundial de Futebol. As empresas gráficas estimam um crescimento de 2% na facturação das empresas devido aos dois acontecimentos que vão dinamizar o país.

Júlião Gaúna, presidente do Sindigraf/MS (Sindicato das Indústrias Gráficas de Mato Grosso do Sul), e da Abigraf /MS (Associação Brasileira da Indústria Gráfica de Mato Grosso), afirma que apesar da situação se manter semelhante a 2013 deve haver uma pequena melhora devido a ambos os acontecimentos: “a indústria começou a encaminhar os negócios para a impressão digital e também a procurar novos mercados, principalmente, na área de produção de formulários promocionais on demand, tentando adaptar-se ao mercado e a ser produtivo nesse período. Além disso, os dois grandes eventos devem contribuir para alavancar o segmento no Estado”.

Estudo revela ineficiências nos processos de trabalho dos colaboradores

Ler mais...Um estudo da Lexmark revela que as empresas a operar processos manuais têm maiores ineficiências, incluindo baixa produtividade e ciclos mais lentos de input de dados.

 

Os colaboradores inquiridos afirmaram completar tarefas administrativas como preencher contratos, processamento de encomendas e inserção de dados de cartões de visita em bases de dados e livro de endereços de forma manual em vez de o fazerem através de um processo automatizado. Dos questionados, 59% acham que os processos para completar tarefas administrativas na empresa são demasiado complicados, afirmando que há muitos passos envolvidos. Um terço dos inquiridos gasta três horas ou mais por semana só em tarefas administrativas. Além disso, 70% pensam que este tempo aumentou nos últimos cinco anos, apontando que as empresas estão com isso a gastar tempo valioso das equipas.

“O nosso estudo é uma chamada de atenção para as empresas em toda a Europa. Os resultados mostram que muitas empresas vivem numa ‘era digital negra’, não retirando partido das tecnologias disponíveis para apoiar a produtividade dos colaboradores e os fluxo de trabalho no geral”, afirma Juan Leal Cárdenas, Diretor Geral da Lexmark Ibérica. “Se as empresas não querem ficar para trás necessitam de olhar para os processos automatizados e otimizados por forma a conseguir mais eficiência no trabalho, incluindo a sua abordagem às tarefas administrativas diárias”.

O estudo sublinha ainda que, a nível pessoal, as equipas ponderam eliminar formas antiquadas e pouco produtivas de trabalhar. Perante a pergunta “qual é o maior problema associado aos processos administrativos manuais?”, 50% respondeu que “demoram muito tempo a ser completados”.

Porém, há outras implicações para o negócio além da produtividade. Um quarto dos inquiridos indicaram que o seu maior problema com os processos de administração manual é a sua propensão ao erro. Além disso, quase dois terços dos trabalhadores europeus inquiridos experienciaram uma situação na qual um erro proveniente de uma tarefa de administração manual custou dinheiro à empresa.

Mais teclas digitadas traduz-se em custos de inserção de dados, mais erros e ciclos de input de dados mais lentos. Isto pode ter impacto direto nos resultados dos negócios. Se uma factura não é enviada correctamente, essa situação pode levar ao atraso nos pagamentos, à duplicação de pagamentos ou a outras situações mais graves que necessitam de ser resolvidas. Isto pode, inclusivamente, resultar numa quebra da relação com o cliente, vendedor ou fornecedor. Assim, a empresa deve rever a sua abordagem relativamente aos dados corporativos e à forma como estes são manuseados nas tarefas diárias.

A Lexmark inquiriu 714 trabalhadores de escritórios em 12 países, incluindo Bélgica, França, Alemanha, Hungria, Itália, Holanda, Portugal, África do Sul, Espanha e Reino Unido.

Xerox analisa Social Media Content

Ler mais...Uma coisa é detectar um tweet de um cliente e descobrir (com exactidão) se a pessoa está contente ou frustrada – mas depois, o que fazer com essa informação? Para ajudar, os investigadores da Xerox estão a trabalhar numa plataforma de análise de dados automática, que ensina os computadores a determinarem de forma mais exacta o sentimento dos comentários (satisfeito, zangado, confuso), dirigindo rapidamente essa informação para a pessoa ou equipa adequadas. A automatização ajuda as organizações a responderem mais rapidamente às informações dos clientes e de uma forma muito mais relevante.

“Quando os humanos precisam de avaliar o contexto de um “tweet” ou encaminhar um “post”, as coisas andam mais devagar reduzindo o valor geral dos dados das redes sociais”, afirmou Tong Sun, que lidera o laboratório de análise de dados no Xerox Research Center Webster em Nova Iorque. “Estamos na fase piloto de uma plataforma que permitirá aos computadores fazerem o trabalho pesado”, conclui.

Os avanços feitos em automatização e exactidão podem ajudar um agente de serviço de suporte ao cliente a abordar uma questão antes que esta se transforme numa crise, ou permitir a um vendedor tirar o máximo partido de um evento no mercado em tempo real. Na realidade vai ser possível as empresas poderem responder a comentários em minutos ou horas em vez de dias ou semanas.

Já em fase piloto em vários clientes, esta tecnologia está agora disponível como parte das ofertas Xerox Customer Care e será também disponibilizada a organizações de vendas e marketing em várias indústrias incluindo serviços financeiros, telecomunicações e retalho.

Estatísticas mostram rápido crescimento de publicações digitais

Ler mais...A Adobe anunciou que, no primeiro trimestre de 2014, irá publicar as especificidades técnicas para o formato .folio para revistas digitais, sob uma licença gratuita. A Adobe disponibilizou dados que demonstram que a Adobe Digital Publishing Suite (DPS) está a impulsionar um aumento significativo de circulação e do envolvimento dos leitores com as revistas digitais. Desde o lançamento da Adobe DPS, há menos de três anos, mais de 150 milhões de publicações digitais foram descarregadas em dispositivos móveis. E, nos últimos 12 meses, as editoras adicionaram três vezes mais leitores únicos às suas edições digitais, comparando com 2012. Os dados mostram também que os leitores estão a envolver‐se profundamente com as revistas digitais, com os assinantes a passarem uma média de 50 minutos em edições digitais da DPS em cada mês.

A Adobe publicou um best practices guide para auxiliar as editoras a retirarem o máximo das funcionalidades da DPS para gerar consciencialização, recolher dados, definir os melhores preços e ofertas de subscrições e, em última instância, maximizar a conversão de leitores e aquisições. A DPS é utilizada também por empresas e instituições de ensino para desenvolver experiências com apps para os seus colaboradores e clientes.

“Como plataforma líder em publicações digitais, a DPS impulsiona mais de três quartos de todas as edições digitais consumidas em dispositivos móveis. Experiências de leitura envolventes, combinadas com capacidades de marketing dos consumidores dentro das apps, fornecem às editoras as ferramentas de que necessitam para que continuem a gerar um crescimento formidável na circulação digital,” adianta Nick Bogaty, head of digital publishing, Adobe. “Isto faz da DPS uma solução poderosa para impulsionar as vendas de conteúdo digital, bem como experiências de publicidade de elevado valor.”

“A Adobe tem uma longa tradição de criar e apoiar formatos de ficheiros livres para permitir publicação e distribuição de conteúdo. O PDF foi instrumental no advento da edição electrónica e partilha de documentos, e o nosso trabalho em standard Web, incluindo HTLM5, avançou para o que é possível fazer na Web e em apps móveis. Estamos entusiasmados em disponibilizar o .folio para uso gratuito para acelerar o crescimento de revistas digitais e outras publicações,” conclui.

“O marketing do nosso conteúdo é crítico para o nosso negócio e confiamos na Adobe para continuar a fornecer inovações para a DPS que facilitam o crescimento da nossa base de leitores digitais. A capacidade de fornecer pré-­ visualizações gratuitas de cada número apresenta potenciais subscritores à nossa revista de forma significativa e esta funcionalidade é um factor chave para aumentar a circulação e as receitas,” afirma Bill Phillips, editor in chief, Men’s Health, Rodale.

Mercado de produtos fotográficos com boas perspectivas

Ler mais...O mercado europeu ocidental de produtos fotográficos continua a mostrar um crescimento saudável. De acordo com a InfoTrends, as oportunidades de crescimento no mercado de produtos fotográficos são representados pelo grande número de europeus que ainda vão comprar produtos de merchandising fotográfico, seguidos dos compradores por repetição.

Mona Belle, consultor da InfoTrends afirma: "Aqueles que actuam no mercado de produtos fotográficos devem incentivar os compradores de primeira vez. A pesquisa mostrou que os consumidores que compram produtos fotográficos são mais propensos a criar produtos fotográficos no futuro em comparação com aqueles que nunca compraram. Uma sugestão poderia ser a de oferecer incentivos de preço para repetição, para se inscrever um amigo, ou com promoção dada uma vez que o amigo colocou a primeira encomenda."

A InfoTrends também observa que é importante para os comerciantes incentivarem os clientes existentes a repetir compras. Os agentes do sector devem considerar compradores activos (aqueles que compraram produtos fotográficos no ano passado) e os compradores inactivos (aqueles que ainda não compraram no último ano) separadamente nas suas estratégias de marketing. Compradores activos devem ser encorajados a comprar a mercadoria numa base regular. Devem ser direccionados especialmente para ofertas personalizadas sobre produtos premium. Compradores inactivos precisam ser convencidos a comprar a mercadoria novamente. Os prestadores de serviços relacionados com a fotografia devem considerar a possível razão por que os consumidores não têm recomprado certos itens e ofertas directas. Os livros de fotografias e calendários estão particularmente bem entre os compradores de repetição e os comerciantes devem considerar a comercialização destes numa base anual.

A importância das chefias intermédias na comunicação interna

Ler mais...No 18º Get Together do Observatório de Comunicação Interna e Identidade Corporativa (OCI), o tema foi ´Comunicar com o middle management – práticas de excelência no apoio às chefias directas". O encontro contou com testemunhos da Tetra Pak, Novabase e EDP e com a moderação de Dalila Martins, da Direcção de Comunicação e Imagem Corporativa da PT. ”É preciso reduzir a distância emocional entre as chefias e os colaboradores. Temos de conseguir que todos tenham o coração a bater ao mesmo ritmo. E por isso é necessário cuidar de quem cuida”, considera José Manuel Seruya, Professor da Universidade Católica e Director do OCI.

Num período em que a Tetra Pak implementa uma organização em clusters de mercado surgiram muitas dúvidas e receios que precisavam de ser respondidos, com o objectivo de evitar um clima de instabilidade organizacional. Uma das estratégias seguidas pela Tetra Pak foi a de apostar na comunicação através das chefias intermédias. Foi elaborado um plano de formação interno em Comunicação para Liderança para as chefias de topo e middle management como o objectivo de os envolver fornecendo-lhes ferramentas de comunicação que ajudaram a garantir um maior envolvimento das chefia intermédias na comunicação e no próprio processo de reorganização. “A presença das chefias directas durante todo este processo transmitiu aos colaboradores a importância que a comunicação interna assumiu e, também, a relevância do papel que os líderes intermédios passaram a desempenhar”, refere Vera Norte, responsável por este projecto enquanto Cluster South Europe Communications Leader do Grupo Tetra Pak.

A Novabase, através de um estudo realizado em 2010 sobre a cultura interna da organização, identificou, por um lado, um perfil marcadamente competitivo/“oposicional” e, por outro, um perfil de passividade/defesa. A empresa traçou um rumo, definiu qual a cultura que desejava ter e lançou mãos à obra. “Para alcançamos uma cultura mais colaborativa, encorajadora e de auto-realização (Coaching Culture), iniciámos um processo transformacional assente num trabalho a todos os níveis de liderança. Apostámos em programas customizados, de acordo com as diferentes necessidades dos diversos níveis de gestão, focados em práticas de feedback construtivo e regular a 360º, numa atitude mais colaborativa, mais positiva, numa liderança mais eficaz, no desenvolvimento de líderes-coach. Porque procuramos líderes que crescem e fazem crescer e acreditamos na responsabilização de todos, individualmente, como agentes activos do seu sucesso e crescimento individual”, explica Maria João Figueiredo, Directora de Gestão de Talento da Novabase. Durante este período, foram já implementados programas de treino e desenvolvimento para chefias/gestores de equipas com diversos workshops e ferramentas de autoconhecimento, coaching, gestão de talento, entre outros.

A EDP tem um programa dedicado para as novas chefias em que cada um dos colaboradores é acompanhado por chefias de topo. O objectivo é o desenvolvimento de competências e envolvimento na cultura organizacional. Na EDP, com este projecto, criámos oportunidades para uma gestão mais assertiva, mais motivada e consequentemente, capaz de melhores resultados”, refere Paula Pinto da Fonseca, Directora da Área de Cultura Empresarial da Direcção de Marketing e Comunicação da EDP.

Ana Margarida Ximenes, Country Manager da Inforpress, acrescenta que “Estamos na era do micropoder, ou seja, de activar o poder de cada colaborador na inovação e mudança das organizações. O novo paradigma necessita de um novo modelo de líderes mais colaborativos, mais sociais e mais inovadores que se movem pelo imperativo da escuta e do reconhecimento dos outros. As chefias intermédias têm por isso um papel essencial no sucesso das equipas e devem mobilizar a organização contribuindo para a cultura desejada”.

O Observatório de Comunicação Interna e Identidade Corporativa (OCI) é uma iniciativa conjunta da Inforpress e da Universidade Católica. Além dos Get Together, o OCI lançou o PACO (Programa Avançado em Comunicação Organizacional) que tem como missão contribuir para o reforço da expertise de comunicação organizacional nas organizações.