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GMG anuncia integração com o PantoneLIVE

Os clientes GMG OpenColor e ColorProof já conseguem ter acesso ao PantoneLIVE para providenciar provas de cor de qualidade. A empresa fez um acordo de cooperação com a X-Rite que permite a utilização da base de dados para gerar as cores spot que vão de encontro aos standards e especificações das marcas de uma forma mais rápida.

pantone live website

“Um dos desafios actuais é o de conseguir reproduzir a cor correcta de uma marca em todos os elementos de uma cadeia de fornecedores. A PantoneLIVE providencia o melhor método para especificar as cores das marcas, e integrá-las com os produtos da GMG providencia a melhor e a mais completa plataforma para a gestão de cor” diz Victor Asseiceiro, director da unidade de Packaging da GMG.
A PantoneLIVE é uma base de dados na cloud, que permite a gestão de cor e mantém agora 22 livrarias genéricas para cartão, embalagem flexível e aplicações de etiquetas.

Cartolinas mais leves para embalagens farmacêuticas

tambritepharmaA Stora Enso, a fabricante de embalagens Edelmann e a empresa Uhlmann testaram uma cartolina de baixa gramagem para a produção de embalagens farmacêuticas em linhas de alta velocidade. O teste mostrou que a cartolina Tambrite de 215g/m2 pode ser usada na produção de embalagens ao invés das cartolinas de 250g/m2 que são habitualmente usadas.

Essa redução no peso gera economia e benefícios ambientais ao longo da cadeia de abastecimento e ciclo de vida do produto, o que significa menos matéria-prima utilizada, menos peso no armazenamento e transporte, menos desperdício e taxas a pagar e uma menor emissão de carbono.

"O projeto combina a experiência de material da Stora Enso com o conhecimento dos principais fornecedores de soluções de embalagens que servem a indústria farmacêutica", diz Wilfried Schmahl , da Stora Enso. O projeto de desenvolvimento foi iniciado com testes de impressão no final de 2012.

Ateliers de reciclagem no Pavilhão do Conhecimento

thumb TetraPak Carnaval038Quem se deslocar ao Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, no próximo dia 23 de Novembro, sábado, poderá explorar novos usos dos resíduos urbanos em experiências interativas, técnicas de compostagem e reciclagem.

Entre as 11h00 e as 19h00, a Tetra Pak vai dinamizar ateliers de reciclagem, onde os visitantes são convidados a dar nova vida às embalagens habitualmente usadas para o consumo de leite e de sumos, transformando-as em novos objetos úteis, como porta-moedas ou pregadeiras que podem depois levar para casa. Poderão, ainda, visitar uma mostra de produtos obtidos através da reutilização e da reciclagem das embalagens de cartão para alimentos líquidos.

Esta iniciativa está integrada no programa de divulgação dos resultados do projeto europeu VOICES, a primeira consulta pública sobre ciência, tecnologia e inovação, realizada à escala europeia, que decorrerá no dia 23 de novembro, no Pavilhão do Conhecimento. O projeto consultou 1000 cidadãos, em 557 municípios de 27 países, entre os quais Portugal, no primeiro grande esforço europeu para centrar a investigação científica nas prioridades das pessoas.

O estudo realizado em Portugal revela, entre outras conclusões, que a generalidade dos inquiridos separa os resíduos em casa e que tem acesso a pontos de recolha. A maior parte dos inquiridos sabe o que deve fazer em termos de separação mas tem um conhecimento limitado do que acontece aos resíduos após a separação seletiva. Consulte aqui o relatório de estudo para Portugal.

Os resultados gerais do projecto VOICES serão exibidos numa exposição e o público poderá dialogar com os participantes nas consultas, enquanto artistas mostram a reutilização artística de resíduos urbanos. Além das conferências com vários especialistas, os participantes poderão ainda aprender a reciclar lixo tecnológico e assistir a um cooking show com o chef Frederico Guerreiro subordinado ao tema “Nada vai fora, tudo se aproveita”. O projecto VOICES é coordenado pela Rede Europeia de Centros e Museus de Ciência (Ecsite), e financiado pela Comissão Europeia. Em Portugal, o projeto é coordenado pela Ciência Viva.

Embalagem de azeite agora em spray

OS SPRAYDepois da inovação da tampa pop-up, a Oliveira da Serra volta a inovar no packaging do azeite. Desta vez, a empresa quer facilitar a forma como se tempera e surge com o Oliveira da Serra Q.B., um azeite servido numa embalagem que permite servir em spray, gota a gota ou em fio.

O novo spray de Oliveira da Serra é um azeite virgem extra, criado a partir de azeitonas maduras seleccionadas. De acordo com Isabel Roseiro, Strategic Marketing Manager de Oliveira da Serra, “Desde sempre que procuramos soluções que facilitem o dia-a-dia dos portugueses e foi por acreditarmos nas novas ideias que lançámos o spray Oliveira da Serra Q.B., que veio oferecer aos consumidores uma forma prática e divertida de usar azeite quer à mesa, como enquanto cozinhamos. E para levar a magia do azeite mais longe, incorporámos um doseador que permite obter fio, spray ou gota, diversificando as suas utilizações culinárias.”

O Oliveira da Serra Q.B tem um QR Code na embalagem que leva o consumidor a descobrir as receitas 15q.b., feitas pelo chef Vitor Sobral.

Grandes empresas colaboram para desenvolver bioplástico

bfaOito grandes marcas vão aliar-se ao World Wildlife Fund (WWF) para formar a BFA, Bioplastic Feedstock Alliance (BFA), para apoiar o desenvolvimento responsável de plásticos feitos a partir de plantas, para ajudar a construir um future mais responsável para a indústria dos bioplásticos. Entre as empresas fundadoras estão a The Coca-Cola Company, Danone, Ford Motor Company, H.J. Heinz Company, Nestle, Nike, Inc., P&G e Unilever.

O foco principal da BFA será orientar a seleção responsável e a colheita de matérias-primas, tais como cana-de-açúcar, milho, junco e gramíneas, usados para fazer plásticos a partir de materiais agrícolas. O desenvolvimento destes materiais renováveis tem crescido tal como a oportunidade de abordar os seus impactos potenciais sobre o uso da terra, segurança alimentar e biodiversidade. A BFA pretende reunir os principais especialistas da indústria e da sociedade civil para desenvolver e apoiar a ciência informada, a colaboração, educação e inovação para ajudar a orientar a avaliação e o desenvolvimento sustentável de matérias-primas para bioplástico.

Os consumidores estão a procurar produtos mais sustentáveis, incluindo aqueles feitos de plástico à base de plantas. Com a crescente procura por alimentos e fibras, nas próximas décadas, o abastecimento responsável desses materiais é a chave para permitir um crescimento sustentável.

Mais de seis milhões de toneladas recicladas

ReduceReuseRecycleA Sociedade Ponto Verde assinala hoje 17 anos e, durante o seu período de actividade, enviou para reciclagem perto de 6 milhões de toneladas de resíduos de embalagens. Tal é equivalente ao peso de três pontes “Vasco da Gama”. As empresas aderentes ao sistema ponto verde, e que têm a obrigação de reciclar os seus resíduos de embalagens, financiaram, através da Sociedade Ponto Verde, a recolha municipal de resíduos em mais de 600 milhões de euros.

«Muito se evoluiu ao nível da reciclagem de resíduos de embalagens desde a criação da SPV, em 1996. Fruto do trabalho e do investimento realizado, actualmente mais de 650 mil toneladas de resíduos de embalagens são enviadas por ano para reciclagem, 99% da população tem acesso à recolha selectiva e 69% da população já separa os seus resíduos de embalagens», sublinha Luís Veiga Martins, director-geral da Sociedade Ponto Verde.

As empresas aderentes/clientes da SPV pagaram também à indústria de reciclagem para garantir a reciclagem de alguns materiais de embalagens (nomeadamente embalagens de cartão para alimentos líquidos, poliestireno, plásticos mistos e madeira) em mais de 14 milhões de euros, a educação dos consumidores em 46 milhões de euros, projectos de investigação e desenvolvimento em dois milhões de euros, e acções de responsabilidade social em 1 milhão de euros.

«Acreditamos que nos próximos anos a taxa de reciclagem irá continuar a aumentar, através do contributo dos consumidores e do empenho de todos os parceiros do SIGRE. Portugal tem condições para reciclar mais e dar resposta às metas ambiciosas definidas no PERSU, tendo sempre presente a necessidade de garantir a sustentabilidade financeira do SIGRE. A partilha de infra-estruturas pelos Sistemas será um dos muitos contributos para uma maior eficiência, economias de escala e aproveitamento dos avultados investimentos que foram realizados no sector nos últimos anos», acrescenta Luís Veiga Martins.


Como funciona o Sistema Ponto Verde?

- As empresas embaladoras e importadoras que colocam as suas embalagens no mercado são obrigadas por lei a assegurar o destino final dos resíduos em que as suas embalagens se transformam após o consumo, através da transferência dessa responsabilidade para a Sociedade Ponto Verde ou de um sistema próprio devidamente licenciado.

- No circuito de distribuição não podem ser comercializados produtos cujo destino dos resíduos em que as suas embalagens se transformam não esteja devidamente acautelado, através da transferência de responsabilidade para o Sistema Ponto Verde ou através de um sistema próprio;

- Nas suas casas, os consumidores finais separam as embalagens usadas por tipo de material e depositam-nas voluntariamente nos ecopontos ou estas são recolhidas porta-a-porta;

- As Câmaras Municipais e outras entidades em seu nome efectuam a recolha das embalagens usadas e enviam-nas para Sistemas Municipais onde são devidamente triadas por tipo de material e segundo especificações técnicas previamente definidas;

- Posteriormente, estes Sistemas Municipais disponibilizam esses resíduos devidamente triados à Sociedade Ponto Verde que, por sua vez, os encaminha para reciclagem;

- A indústria transformará estes resíduos em novos materiais.

Unilever escolhe fornecedor para embalagens de Persil

persil gcsA Global Closure Systems, do Reino Unido, foi seleccionada como a única fornecedora para dois elementos essencias das novas embalagens do detergente Persil.


A empresa vai fornecer um dispensador de detergente, com três peças e duas cores, para fechar as embalagens, assim como um roll-on de retirar nódoas, que irá ser colocado num orifício da embalagem. As novas embalagens foram lançadas no Reino Unido e na Irlanda e estão a ser fabricadas na fábrica de Massmould, da Global Closure Systems.