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A competitividade da indústria está na ordem do dia, diz a CEPI

garrymcgannA Confederação das Indústrias Europeias de Papel (CEPI) tem um novo presidente, Gary McGann, CEO da Smurfit Kappa. McGann começou o mandato a exigir mais atenção da União Europeia.

"A indústria de pasta e papel é um sector líder na bio-economia, com uma grande base de energia renovável e matéria-prima. 82% das nossas matérias-primas são provenientes da Europa e nós produzimos 23% de pasta e produtos de papel do mundo. Mas a nossa indústria - made in Europe - sofre com a falta de um clima favorável aos negócios na Europa", disse McGann.

"Como presidente, vou apoiar o Conselho CEPI e equipe em seu esforço para promover a competitividade europeia. A UE precisa de criar um mercado único para, por exemplo, a política energética. Há uma necessidade de maior segurança na regulação e criação de um ambiente para se fazer negócios eficientes e mais eficazes. Também deve concentrar-se no fornecimento de sustentabilidade financeira, tanto quanto a sustentabilidade ambiental para a indústria na Europa" , acrescentou McGann . "Eu acredito que a CEPI tem um papel importante a desempenhar no avanço dessas questões no âmbito da UE e assegurar a competitividade está na agenda. A CEPI e a sua equipa têm um histórico comprovado de sucesso que representa a indústria de papel ao mais alto nível em Bruxelas, e estou ansioso para trabalhar com eles no futuro próximo ".

Express Yourself, pede a Inapa

inapa calendario-2014A distribuidora Inapa entrou em 2014 com um projecto criativo para cada dia do ano. Falamos do calendário que surgiu da parceria com a “IADE Creative University de Lisboa” e a “Escuela Superior de Diseño de Madrid”, sob o tema “doze aspectos positivos”.

Os alunos de ambas as escolas, futuros designers, apresentaram as suas propostas para cada uma das páginas do calendário, com base nos temas: Companheirismo, Esforço, Êxito, Liberdade, Adaptação, Sabedoria, Optimismo, Vontade, Ambição, tranquilidade, Comunicação e Valores. Os seis melhores trabalhos apresentados foram seleccionados para a criação da peça final.

“Quisemos oferecer um calendário que, mensalmente, apresenta temas optimistas que nos ajudam a enfrentar os desafios do novo ano. Cada mês foi concebido num papel diferente, escolhido entre a vasta gama da Inapa. Assim, por exemplo, o mês de Janeiro tem uma imagem impactante num Plike preto, o mês de Julho convida a raspar a tinta prata sob a qual se encontra uma mensagem optimista, realizado no Natural Evolution branco impresso com uma chamativa cor de laranja. Foram utilizadas diversas gamas como Modigliani, Dalí, Stardream, Chagall, Coriandoli ou Canalleto, além das mais que conhecidas Conqueror, Pop’Set ou Inaset. Todas as tintas utilizadas são da Sun Chemical. Mais uma vez, a Inapa assume o seu compromisso com o meio ambiente, utilizando para a primeira e última folha papel reciclado Eural” refere a empresa em comunicado.

O ano de 2013 para a Portucel Soporcel

As vendas consolidadas do Grupo Portucel em 2013 totalizaram € 1 530,6 milhões em 2013, cerca de € 29 milhões acima do valor registado em 2012. Este aumento deveu-se, por um lado, ao contributo positivo do negócio da pasta e, por outro, ao desempenho da área de energia. Importa salientar, no entanto, que, em 2013, as vendas de energia estão positivamente influenciadas pela consolidação integral da Soporgen, empresa de cogeração de gás natural no complexo industrial da Figueira da Foz.

PS Complexo-Indústrial-de-Setúbal

Na pasta BEKP, o Grupo conseguiu atingir um crescimento de cerca de 13% nos seus volumes de venda. A produção aumentou cerca de 4% face ao ano anterior, devido essencialmente à maior disponibilidade de pasta proveniente das fábricas do Grupo, em particular da fábrica de Cacia, onde não foi necessário efectuar a paragem de manutenção e foi possível registar ganhos significativos de eficiência, com o consequente aumento da produção. Não obstante o índice de referência do PIX, FOEX BHKP em euros, ter registado uma subida de cerca de 2%, o preço médio de venda do Grupo ficou abaixo do preço registado em 2012, em resultado da maior agressividade comercial sentida no mercado internacional e do acréscimo de vendas denominadas em USD para mercados fora da Europa.

No negócio de papel UWF, o Grupo registou um acréscimo de 0,2% no seu volume de vendas, apesar do preço de papel ter registado um decréscimo. Importa salientar que o ano ficou marcado pelas difíceis condições no mercado de papel, já que a débil situação económica e a manutenção do índice de desemprego em níveis elevados na Europa tiveram reflexos negativos no consumo. Assim, apesar do bom desempenho ao nível dos volumes, as vendas de papel em valor ficaram cerca de 4% aquém do valor registado em 2012. A redução no preço médio é essencialmente explicada por três factores: a deterioração do preço de referência no mercado Europeu (o índice PIX recuou 1,9% face a período homólogo), a variação cambial adversa e o mix geográfico de vendas do Grupo.


Na área de energia, a produção bruta de energia eléctrica situou-se em cerca de 2.300 MWh, o que representa um incremento de mais de 25%. Tal como já referido, este valor não é comparável com o do ano anterior, já que inclui a totalidade da produção da Soporgen. As vendas de energia reflectem também esta consolidação e totalizaram cerca de 2 100 Mwh.

Os custos de produção foram negativamente influenciados pelo preço da madeira e pelo preço de compra da eletricidade e do gás natural.

Neste enquadramento, o EBITDA consolidado em 2013 foi de € 350,5 milhões, o que representa uma redução de 9,1% relativamente a 2012 e traduz uma margem EBITDA / Vendas de 22,9%, inferior em 2,8 pontos percentuais à registada no ano anterior.

Os resultados operacionais situaram-se em € 233,7 milhões, menos 18,3% que no ano anterior. Importa referir que, no ano de 2012, os resultados operacionais foram positivamente influenciados pela reversão de provisões num montante de cerca de € 15 milhões, enquanto que, em 2013, foram constituídas provisões de € 14 milhões.

Os resultados financeiros apresentam uma evolução favorável, situando-se no final do ano num valor negativo de € 14,1 milhões, comparando com um valor também negativo de € 16,3 milhões em 2012. Os resultados financeiros em 2013 foram beneficiados em € 8,7 milhões devido à anulação de juros compensatórios de igual montante, decorrente do programa de regularização de dívidas fiscais.

O resultado líquido consolidado do período situou-se em € 210 milhões, em linha com o resultado de € 211 milhões obtidos no ano de 2012. O resultado líquido foi positivamente influenciado pelos benefícios fiscais associados a investimentos realizados e pela anulação de um conjunto de provisões registadas em exercícios anteriores nos impostos a pagar, por terem deixado de se verificar os riscos que tinham determinado a sua constituição. Adicionalmente, o resultado líquido reflecte uma taxa efectiva de imposto inferior à taxa nominal, uma vez que incorpora, em 2013, o impacto em impostos diferidos da redução da taxa de IRC prevista a partir de 2014.

Favini lança papel com farelo na matéria-prima

A fabricante de papel italiana, Favini, fez uma parceria com a Barilla, uma das maiores empresas a operar no sector alimentar italiano, para criar papel feito a partir de resíduos de farelo que já não pode ser utilizado para consumo humano.

cartacrusca-barilla-favini

A Barilla procurava uma forma de dar um melhor uso aos seus subprodutos, o farelo em particular. As duas empresas trabalharam para purificar e moer o farelo e trabalhar com fibra de papel até chegarem ao Cartacrusca.

O papel Cartacrusca contém 17% de resíduos de farelo, substituindo materiais de celulose e de enchimento para produzir papel de alta qualidade.

Michele Posocco, gestor de marca na Favini , disse: "Estamos orgulhosos de ter trabalhado com o fabricante número 1 do sector alimentar italiano e de ter dado vida a um novo tipo de papel com um impacto ambiental extremamente baixo."

Giacomo Canali, gestor de pesquisa de embalagem para a Barilla, disse: "A Favini provou ser o parceiro ideal, capaz de criar um papel de design personalizado directamente da natureza , sem desperdício ou excesso de consumo".

UPM fecha fábrica de Docelles

docellesA UPM vai encerrar permanentemente a fábrica de Docelles, em França. As negociações com os funcionários foram terminadas em Dezembro e o plano social foi aprovado pelas autoridades francesas em Janeiro. A UPM vai dar apoio aos funcionários para aliviar os efeitos da redução relacionada com o fecho da unidade fabril, que empregava 161 pessoas. A decisão faz parte de um plano de reajustamento de operações, forçado pelo declínio da procura na Europa. A produção termina agora, no final do mês de Janeiro, implicando uma diminuição de 160 mil toneladas na capacidade de produção de fine paper.

“A UPM tem feito uma procura activa de comprador que possa oferecer um futuro credível à fábrica. Contudo, ainda se poderá proceder à venda dos equipamentos e das propriedades da fábrica de Docelles” diz Petteri Kalela, Senior Vice President da UPM Paper ENA.

Explosão em fábrica da Stora Enso

stora enso sueciaOntem, pela manhã, ocorreu uma explosão na fábrica Stora Enso Skoghall, na Suécia. A unidade fabril teve que reduzir a produção e as máquinas de cartão estão a funcionar a meia velocidade. A explosão atingiu uma caldeira e suspeita-se que tenha sido originada por uma fuga de água.

 

A empresa espera que uma nova caldeira seja instalada e entre em funcionamento num prazo de duas semanas. Não foram contabilizados feridos relacionados com o incidente e a empresa tem um seguro que a protege de danos na propriedade e interrupção temporária do negócio. A fábrica de Skoghall tem uma capacidade de produção de 725 mil toneladas por ano.

Portucel Soporcel aposta na Paperworld

Navigator 01O grupo Portucel Soporcel vai à Paperworld, entre 25 e 28 de Janeiro na cidade de Frankfurt. O grupo português vai apresentar as suas marcas próprias no certame.

“Acreditamos que 2014 continuará a ser um ano de conquista de quota de mercado nas principais geografias em que operamos. Enquanto exportador, o Grupo está atento à evolução dos mercados e trabalha para detectar novas oportunidades que permitam o crescimento da sua actividade. Este permanente investimento tem-nos permitido manter uma carteira de encomendas muito confortável e trabalhar de forma contínua, a 100% da capacidade produtiva, colocando a quase totalidade da nossa produção no mercado externo”, refere Hermano Mendonça, director de marketing do grupo Portucel Soporcel.

No stand do grupo Portucel Soporcel, no Pavilhão 3, estarão expostas as principais marcas de papel – Pioneer, Inacopia, Explorer, Target e Discovery – bem como a Navigator. A Navigator vai revelar ao mercado um conjunto de inovações, com o objectivo de desenvolver novos segmentos de consumo e apresentar novas soluções para os consumidores mais sofisticados de papel.

Segundo Hermano Mendonça, "enquanto maior produtor europeu é fundamental estarmos presentes naquela que é a maior feira do mundo dedicada a papel e material de escritório e que no ano passado recebeu mais de 80 mil visitantes. É uma oportunidade para reforçar a nossa posição de liderança mundial e a estratégia de sucesso que desenvolvemos ao nível das marcas próprias, que são hoje líderes de mercado, distinguindo-se pela inovação e sustentabilidade ambiental, e que são exportadas para mais de 110 países, nos cinco continentes, com destaque para a Europa e EUA”.


A estratégia de inovação e desenvolvimento seguida pelo Grupo permitiu que as vendas de marcas próprias, nos primeiros nove meses de 2013, registassem um crescimento de um ponto percentual no total do negócio e quatro pontos percentuais na Europa. Em particular, o crescimento de 4% no volume vendido da marca Navigator na Europa demonstra uma vez mais a força da marca e a sua resiliência a condições adversas de mercado.

O Grupo tem efectuado um esforço permanente no sentido de alargar os seus mercados e reposicionar o seu mix de produtos nos mercados tradicionais, tirando partido da forte penetração e notoriedade das suas marcas próprias e da elevada percepção de qualidade da sua proposta de valor. Nesse sentido, o Grupo tem ganho quota nos seus mercados tradicionais e aumentado significativamente a sua presença em novos mercados, nomeadamente no Leste da Europa, no Norte de África e no Médio Oriente.

Merece também destaque o facto de as marcas do Grupo, para além de manterem todas as credenciais de qualidade, serem certificadas pelos sistemas FSC (Forest Stewardship Council) e PEFC (Programme for the Endorsement of Forest Certification schemes) e ostentarem o selo Ecolabel – Rótulo Ecológico da União Europeia. Estas certificações reflectem o compromisso com a gestão responsável da floresta, de acordo com normas internacionais, que visam criar condições para responder às necessidades sociais, económicas e ambientais das gerações actuais e futuras. As certificações representam, em mercados cada vez mais exigentes, uma garantia adicional relativamente à origem da matéria-prima, sendo um sistema com elevado reconhecimento a nível mundial.

Preço do papel encarece materiais didácticos no Brasil

alunoUm aumento do preço do papel e da moeda do dólar está a afectar o preço dos materiais escolares no Brasil, sendo que alguns foram inflacionados em 47%. Em 2013, o dólar cerca de 15% em relação ao real e isso significa um aumento dos produtos importados.
O Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) confirmou que o papel foi alvo de um aumento de 12%, e isso ajudou à inflação que se verifica para o consumidor final. De acordo com as entidades do sector, os aumentos são justificados pelo encarecimento das matérias-primas e das taxas tributárias.

Papierfabrik Scheufelen apresenta calendário 2014

O 28º calendário produzido pela Papierfabrik Scheufelen concentra-se na língua e nas palavras alemãs que estão a ganhar terreno pelo mundo. A agência Strichpunkt foi a responsável por encontrar os exemplos ideais disso para o novo ano.

Scheufelen-Kalender 2014 Januar

Mesmo o título do calendário " Wunderkind " cria uma conexão com Carl Scheufelen, o fundador da empresa que introduziu o fine paper na Europa em 1892. "Com o seu papel, a Papierfabrik Scheufelen tornou-se sinônimo de papéis revestidos de alta qualidade. Com este calendário, o nosso objetivo é tornar as pessoas mais conscientes de Lenningen como localização, formas sustentáveis e tradicionais de fabricação de papel, e as nossas marcas de papel que representam uma qualidade excepcional e feitas na Alemanha" diz Irmgard Glanz, Cabeça de Marketing da Scheufelen.

O calendário " Wunderkind " está impresso no papel heaven 42 ecom diferentes superfícies mate e brilho e com gramagens de 250g/m2. O calendário foi impresso pela Druck pruskil.gmbhe tem acabamentos da DENGLANZ Druckveredelung GmbH. Apenas foram impressas 3500 cópias da edição limitada bilíngue (alemão / Inglês) do calendário "Wunderkind". Um número limitado está disponível para os fãs do calendário a um preço de 100€ cada.

Portucel Soporcel reforça aposta exportadora

O grupo Portucel Soporcel vai marcar presença na Paperworld, entre 25 e 28 de Janeiro na cidade de Frankfurt. O grupo português vai apresentar as suas marcas próprias no certame, numa estratégia de conquista de novas oportunidades e consolidação de parcerias de negócio a nível internacional.

Navigator 01

“Acreditamos que 2014 continuará a ser um ano de conquista de quota de mercado nas principais geografias em que operamos. Enquanto exportador, o grupo está atento à evolução dos mercados e trabalha para detectar novas oportunidades que permitam o crescimento da sua actividade. Este permanente investimento tem-nos permitido manter uma carteira de encomendas muito confortável e trabalhar de forma contínua, a 100% da capacidade produtiva, colocando a quase totalidade da nossa produção no mercado externo.”, refere Hermano Mendonça, director de marketing do grupo Portucel Soporcel.

No stand do grupo Portucel Soporcel, no Pavilhão 3, estarão expostas as principais marcas de papel – Pioneer, Inacopia, Explorer, Target e Discovery – bem como a Navigator. Presente em mais de 90 países, a Navigator foi considerada a marca de fábrica de papel de escritório mais valiosa na Europa pelo estudo Brand Equity Tracking Survey, da Opticom International Research.

Segundo Hermano Mendonça, "enquanto maior produtor europeu é fundamental estarmos presentes naquela que é a maior feira do mundo dedicada a papel e material de escritório e que no ano passado recebeu mais de 80 mil visitantes”.

É uma oportunidade para reforçar a nossa posição de liderança mundial e a estratégia de sucesso que desenvolvemos ao nível das marcas próprias, que são hoje líderes de mercado, distinguindo-se pela inovação e sustentabilidade ambiental, e que são exportadas para mais de 110 países, nos cinco continentes, com destaque para a Europa e EUA”, sublinhou.

As vendas de marcas próprias, nos primeiros nove meses de 2013, registaram um crescimento de um ponto percentual no total do negócio e quatro pontos percentuais na Europa. O grupo atingiu nos primeiros nove meses de 2013 um volume de negócios de 1 137,2 milhões de euros, traduzindo um crescimento de 2,5% em relação a 2012, tendo as exportações atingido 902 milhões de euros.

O grupo continua a reforçar a sua entrada no mercado europeu, o que lhe permitiu uma conquista adicional superior a 85 mil toneladas, pelo que a quota de mercado se situou nos 17% no total do UWF e acima de 20% nos produtos transformados em folhas (papel de escritório e formatos para indústria gráfica).

Em 2012, os mercados fora da União Europeia representaram 33% das exportações. O grupo foi responsável, em 2012, por 88% das exportações europeias de papéis finos de impressão e escrita não revestidos para a América do Norte; 52% para África; 32% para o Médio Oriente, 45% para a América Latina e 3% para a Ásia, indicadores que ilustram bem a sua forte presença internacional. As vendas para a América do Norte e Médio Oriente representam, respetivamente, 7% e 13% das exportações nacionais para estes mercados.