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A Heidelberg divulgou o impacto da pandemia da Covid-19 nas operações da companhia, num relatório preliminar com dados que ainda têm que ser auditados. As vendas do grupo totalizaram 2349 milhões de euros, cerca de 6% abaixo do ano anterior.

A atividade de investimento contida causada pelas circunstâncias económicas teve um impacto negativo nas empresas, em primeiro lugar na Europa. Durante o quarto trimestre, as condições macroeconómicas agravaram-se consideravelmente devido à pandemia Covid-19, o que se refletiu nas vendas, que foram 659 milhões de euros inferiores ao mesmo trimestre do ano anterior (797 milhões de euros).

Heidelberg sede

“O exercício de 2019/20 foi moldado por uma significativa desaceleração do clima económico global, e que afetou também os nossos clientes e a própria Heidelberg. Através do pacote de medidas que anunciámos em março, abrimos caminho para que Heidelberg alcançasse a estabilidade, melhorasse a liquidez e a aumentasse, passo a passo, a longo prazo. A pandemia Covid-19 coloca desafios significativos para a Heidelberg e toda a indústria, que dominaremos ao lado dos nossos clientes, usando o que a Heidelberg tem para oferecer como líder tecnológico na indústria da impressão. Ao unir forças, emergiremos mais fortes da crise", diz Rainer Hundsdörfer, CEO da Heidelberg.

O resultado operacional preliminar (EBITDA) excluindo os efeitos da reestruturação foi de 102 milhões de euros, depois de ter sido de 180 milhões de euros no ano anterior. A margem EBITDA atingiu 4,3% e ficou abaixo do valor do ano anterior em 7,2%, devido aos efeitos de volume e de mix de produtos.

Além disso, as despesas não recorrentes para o realinhamento da empresa (275 milhões de euros) tiveram impacto no resultado do exercício em análise, tal como previsto. O resultado líquido provisório após impostos foi assim de 343 milhões de euros (ano anterior: 21 milhões de euros).